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público maior, feira consolida outubro como mês estratégico
O clima durante a sétima edição da FESQUA foi marcado pelo otimismo e por muitas possibilidades de bons negócios apesar da turbulência econômica iniciada em setembro de 2008 nos Estados Unidos e em países do chamado Primeiro Mundo. De la para cá, houve a quebra de instituições bancárias, o socorro financeiro dos governos e desdobramentos que provocaram fortes oscilações nas bolsas de valores e na cotação do dólar colocando em perspectiva uma desaceleração das atividades no setor da construção, no Brasil.
A abertura do evento contou com a presença de representantes e executivos das principais entidades de classe ligadas aos segmentos de esquadrias, produtos de serralheria e vidro.
O organizador José Roberto Sevieri, atuando como mestre-de-cerimônias ao lado do realizador Cesar Tavares, convidou o grupo para descerrar a fita simbólica da FESQUA 2008 para que os visitantes pudessem, finalmente, conhecer as inúmeras novidades no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP).
Pela primeira vez, a feira de esquadrias abrigou uma edição paulistana da Feira Nacional do Vidro, Alumínio e Cia. (Fenavid) evento que percorre o País e é realizado por Eduardo Muniz Saraiva, diretor da revista O vidraceiro.
Público cresce
Segundo informação oficial divulgada pelos organizadores, aproximadamente 18,5 mil pessoas visitaram a sétima edição da FESQUA número sensivelmente maior que os pouco mais de 17 mil registrados na edição anterior, realizada em 2006.
A FESQUA 2008 deve gerar mais de R$165 milhões em negócios no prazo de 90 dias, estima Sevieri, acrescentando que o espaço físico ocupado pela feira cresceu 50% em relação à edição de 2006.
Para conhecer mais detalhes sobre a FESQUA, visite o site do evento: www.fesqua.com.br